São Paulo, 23 de junho de 2026

Apoio:

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio

01/05/2011

Romi: entrada de pedidos cresce 23% no trimestre

(01/05/2011) – A Romi encerrou o primeiro trimestre de 2011 com sólida entrada de pedidos no montante de R$ 178,9 milhões, 23,4% superior ao quarto trimestre de 2010 e 13,1% maior que o no mesmo período do ano passado. Segundo a empresa, um dos fatores responsáveis por este resultado foi o desempenho da área de Fundidos e Usinados, cuja entrada de pedidos cresceu 177,9% em relação ao trimestre anterior, impulsionada especialmente pelo setor de energia eólica.

A receita operacional líquida consolidada foi de R$ 138,7 milhões, valor 4,4% inferior ao mesmo período de 2010 e 27,4% menor do que o 4T10. Em função da redução da receita operacional líquida e uma menor diluição do custo fixo, especialmente registrada na unidade de negócio de Máquinas-Ferramenta, a margem bruta encerrou o trimestre com 31,3% frente a 36,0% no 1T10.

Outra área de destaque nos resultados apresentados hoje foi a Unidade de Negócio de Máquinas para Plásticos que totalizou receita líquida de R$ 35,1 milhões, representando crescimento de 21,5%, em relação ao 1T10, decorrente principalmente do incremento de vendas na Europa.

“Com o crescimento de Fundidos e Usinados e Máquinas para Plástico e as perspectivas de avanço no setor de máquinas-ferramentas, acreditamos em uma possível recuperação nos próximos trimestres do ano”, comenta Livaldo Aguiar dos Santos, diretor presidente da Indústrias Romi.

OTIMISMO – A companhia demonstra otimismo com os próximos trimestres de 2011. Na avaliação da Romi, as empresas em geral apresentam baixa capacidade ociosa em relação ao observado nos últimos dois anos, “surgindo, portanto, oportunidades para ampliar sua capacidade produtiva. Além disso, a busca por mais produtividade, reflexo do aumento gradual do custo de mão de obra, também pode trazer boas oportunidades de vendas de máquinas no médio prazo”.

Nessa perspectiva otimista, também pesaram a Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas, eventos que serão realizados no Brasil em 2014 e 2016, respectivamente, e que demandarão fortes investimentos por parte das empresas brasileiras. O PAC (Programa da Aceleração do Crescimento) também será responsável por fomentar investimentos, trazendo boas perspectivas no longo prazo.

Em seu relatório de balanço, a empresa cita projeção do BNDES (de fevereiro de 2011), que diz que os investimentos consolidados previstos nos próximos quatro anos (2011 a 2014) resultam num montante de R$ 3,3 trilhões, que será empregado na ampliação de fábricas, expansão de unidades de negócios, extensão de rodovias, construção de infraestrutura logística e de transportes, portos, estádios e usinas hidrelétricas e eólicas, entre outros.

Usinagem Brasil © Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por:

Este site usa cookies para personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Conheça a nossa Política de Privacidade.