São Paulo, 21 de maio de 2022

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22/01/2022

48% das empresas preferem o modelo híbrido de trabalho

(23/01/2022) – A 18ª edição do Índice de Confiança Robert Half (ICRH) mostra que o modelo híbrido de trabalho será implementado por 48% das empresas em 2022.

A principal razão é a necessidade de distanciamento social que surgiu com a pandemia, mas a tendência de adoção de novas políticas de trabalho e de modelos de colaboração é outro motivo importante.

A sondagem levou em conta as respostas de 387 recrutadores, coletadas entre 3 e 30 de novembro do ano passado, e revela ainda que 38% das empresas devem retornar ao modelo 100% presencial, enquanto apenas 3% devem permanecer no modelo 100% home office.

Entre as empresas que já definiram o modelo híbrido de trabalho para 2022, a maioria optou por um maior equilíbrio entre casa e escritório, com 30% delas exigindo a presença dos trabalhadores três vezes por semana e 28%, duas vezes.

Apenas 4% definiram o escritório como local de trabalho em quatro dias, e 6% deverão comparecer apenas uma vez por semana.

“É inegável a evolução das empresas nesse sentido. Antes da pandemia, eram poucas as empresas que contavam com políticas estruturadas de trabalho remoto, em geral como um benefício”, afirma Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half para a América do Sul.

De acordo com Mantovani, o cenário atual, no entanto, é o do trabalho flexível como um modelo de contratação que visa à manutenção da produtividade e à valorização das vivências pessoais e profissionais, dentro e fora do escritório.

O levantamento também ouviu 387 profissionais empregados sobre os maiores desafios que devem enfrentar no retorno ao escritório.

Desse grupo, 66% apontaram o desgaste com deslocamentos; 55% indicaram a dificuldade de readequação a uma rotina que foi bastante modificada com o trabalho remoto; e 43% ainda se mostraram desconfortáveis com a exposição a aglomerações em reuniões e espaços compartilhados.

A preocupação em manter o nível de produtividade e a perda da convivência com familiares também foram citadas, com 35% e 24% das menções.

Para Mantovani, há o risco de as empresas que têm a possibilidade de oferecer trabalho remoto, mas não o fazem, terem dificuldade para atrair os melhores talentos do mercado.

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