(27/02/2011) – No início da semana passada o BNDES suspendeu o recebimento de novos pedidos de financiamento de máquinas e equipamentos pelo PSI – Programa de Sustentação do Investimento. O término dos financiamentos por esta linha de crédito estava previsto para o dia 31 de março.
A proximidade do fim do programa – apesar de muitas entidades garantirem que o programa será estendido e talvez “perenizado” – provocou acúmulo de pedidos. A suspensão, nesse momento, teria objetivo de controle do comprometimento dos recursos orçamentários do PSI.
Até o dia 21 de fevereiro, segundo o jornal “O Estado de São Paulo”, a carteira comprometida do PSI já somava R$ 130 bilhões – de um total de R$ 134 bilhões.
“A medida foi tomada por causa da corrida dos bancos comerciais que fazem a intermediação das operações para aproveitar as taxas de juros reduzidas a 5,5% ao ano, com equalização do Tesouro Nacional, que valem até o dia 31 de março, prazo final da atual vigência do PSI. Com a informação confirmada pelo governo de que o programa será prorrogado até dezembro, mas com elevação das taxas para reduzir o seu custo fiscal, tomadores e bancos tentam adiantar operações”, informou o jornal.
Fonte: “O Estado de São Paulo”