São Paulo, 19 de agosto de 2022

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08/04/2006

Agora com filial no Brasil, Anca prevê crescer 60%

Desde que trouxe para o mercado nacional, no final de 2004, os produtos e soluções para usinagem da chinesa ZCC-CT, a Wolf Brasil vem registrando crescimento contínuo. O ingresso da Rotafi, de Joinville, na rede de distribuição da Wolf, para atender o mercado de Santa Catarina, é mais um indicativo da expansão e crescente aceitação dos produtos da ZCC no mercado nacional.

Para oficializar a parceria, a Wolf Brasil e Rotafi organizaram evento na semana passada em Joinville, que reuniu clientes e vários representantes de indústrias catarinenses. O evento contou ainda com a presença de Li Difei, acionista da e diretor de vendas da América do Norte e América Latina ZCC-CT.

Parte do evento se concentrou em apresentar aos participantes “quem é a gigante chinesa que está chegando ao mercado catarinense” – tema que foi objeto de campanha publicitária ao longo do mês de março naquele Estado. “Nossa intenção foi criar uma expectativa para o evento, com uma campanha girando em torno do tema gigante para que todos os convidados pudessem entender o sentido da palavra quando assistissem a apresentação”, informa Elisabete Nanni, analista de Marketing da Wolf Brasil.

Equipe de vendas Rotafi, diretoria Wolf Brasil e Li Difei
De origem australiana, a fabricante de máquinas afiadoras de ferramentas e retíficas Anca instalou filial no Brasil no final de 2005. No mercado brasileiro desde 1996, primeiro com vendas diretas e mais recentemente representada pela Vollmer, de Curitiba, a empresa entendeu que era o momento de estar mais próxima dos clientes nacionais.

“O aumento do volume de vendas e a conseqüente necessidade de oferecer aos clientes assistência técnica, treinamento e um departamento de aplicações fez com que a empresa optasse por instalar uma filial”, diz JF das Neves, gerente-geral da Anca do Brasil. Para fincar sua bandeira no Brasil, a empresa escolheu a cidade de Sorocaba, no interior do Estado de São Paulo, que concentra um grande número de fabricantes de ferramentas.

A filial ainda está em fase de estruturação, mas já conta com departamentos de Vendas, Assistência Técnica e Aplicações. Ao longo dos próximos dois anos, a meta é ampliar as instalações, incluindo um show room, mas o gerente-geral adianta que em abril a filial receberá a visita de executivos da matriz e da filial norte-americana, à qual a brasileira está ligada. “Vamos receber o presidente mundial e o vice-presidente da Anca dos EUA que têm intenção de conhecer e avaliar o mercado nacional e sul-americano com vistas a futuros investimentos”.

Neves informa que apesar de estar no mercado brasileiro desde 1996, foi a partir de 2003 que as vendas deram um salto, com o início do trabalho de representação feito pela Vollmer – que, aliás, continua respondendo por vendas e assistência técnica nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Hoje, a base instalada da Anca no Brasil é de 40 máquinas – a grande maioria modelos de nova geração -, mas o gerente avalia que existe ainda um grande potencial no mercado a ser explorado.

As quatro máquinas já comercializadas desde a instalação da filial, em novembro, mais o aumento da estrutura permitem que Neves faça uma previsão de ampliação de 60% no volume de vendas em 2006, comparado a 2005. “O que está dando um grande impulso é que estas máquinas são praticamente míni-fábricas de ferramentas. Entra-se com o blank e a ferramenta sai pronta”, informa.

No Brasil, a Anca comercializa cinco modelos de afiadoras CNC com cinco e seis eixos: GX7, RX7, TX7+, TX7+ com eixo P (a luneta acompanha o deslocamento do rebolo durante a execução da ferramenta) e a TAPX, exclusiva para a fabricação de machos. Também oferece o modelo ISG6, retífica exclusiva para produção. As máquinas são equipadas com sistema de medição integrado semi-automático e dressador de rebolos incorporado. Segundo Neves, entre as características principais da linha está o fato de utilizar sistema operacional baseado no Windows XP e possuir software de programação aberto, que permite a produção e reafiação de praticamente todos os tipos de ferramentas, como brocas, alargadores, fresas, ferramentas de perfil, segmento de brochas, machos e ferramentas especiais.

Outro destaque é que as máquinas contam com acionamento direto, sem polias ou correias. Esta característica, aliada à construção da base em concreto polimerizado, reduz a vibração e ainda possibilita maior aproveitamento do torque e da rotação dos motores de acionamento direto da máquina. “São máquinas que permitem a produção desde microferramentas com diâmetros a partir de 0,35 mm (para implantes odontológicos, por exemplo) até 220 mm (na reafiação de ferramentas Fellows e ferramentas das máquinas Gleason, utilizadas na produção de coroas e pinhões)”, acrescenta, lembrando que as máquinas contam com opcional de carga e descarga automática, o que abre um grande campo de aplicação para as máquinas Anca em vários setores da industriais, além de fabricar e reafiar ferramentas.

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