São Paulo, 22 de junho de 2026

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16/05/2010

Usiminas vence licitação de fornecimento à Transpetro

(16/05/2010) – A Usiminas venceu licitação internacional para o fornecimento de 7,7 mil toneladas para o Estaleiro Mauá Petro Um (RJ). O aço será utilizado na construção de navios para transporte que integram o Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef), subsidiária da Petrobras.

chr38Uacute;nico fornecedor brasileiro de chapas grossas para o setor naval, a Usiminas foi a opção mais competitiva entre nove concorrentes, de cinco países. Com esse resultado, a Usiminas já possui contratadas 40 mil toneladas de aço para os navios do Promef, o que representa 32% de todo o aço que já foi comprado até aqui para este fim – 123,6 mil toneladas.

As 7,7 mil t para o Estaleiro Mauá Petro Um, que serão fornecidas nos meses de julho e agosto, somam-se a outras 2 mil t fornecidas em 2009 para a construção de navios. Segundo o presidente da Usiminas, Wilson Brumer, a siderúrgica possui vocação tecnológica e flexibilidade para colaborar com o desenvolvimento da indústria naval brasileira. “Faremos isso oferecendo produtos e serviços de alto valor agregado cada vez mais competitivos. Podemos dizer que a Usiminas está empenhada em viabilizar a fabricação dos navios do Promef com aço nacional”, afirma Brumer.

“Sempre afirmamos que a nossa preferência é comprar o aço no Brasil, desde que o preço seja competitivo em nível internacional. O resultado desta licitação sinaliza o começo de uma nova era na relação entre a Usiminas e a Transpetro, justamente no momento da retomada da indústria naval brasileira”, afirma Sérgio Machado, presidente da Transpetro.

Promef – Criado em 2004, o Promef tem o objetivo de revitalizar a indústria naval brasileira em bases modernas e competitivas a partir da encomenda de 49 navios petroleiros. O programa foi desenvolvido com base em três premissas: construir os navios no Brasil, alcançar um nível mínimo de nacionalização (65% na primeira fase, 70% na segunda) e oferecer condições para os estaleiros conquistarem competitividade, com a prática de preços e prazos internacionais.

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