(24/01/2010) – Após os resultados positivos registrados em 2009, a Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores mantém o otimismo e projeta crescimento de 10,02% em 2010. Segundo a entidade, neste ano, as vendas devem totalizar 5.226.572 unidades.
No segmento de automóveis e comerciais e leves estima-se a comercialização de 3.302.407 unidades, o que representará alta de 9,73%. Já o setor de caminhões deve negociar 123.885 unidades, numa evolução de 13,50%. O segmento de ônibus deve apresentar crescimento de 11,50%, totalizando 25.196 unidades vendidas, enquanto as motos contabilizarão 1.775.084 unidades, numa alta de 10,30%.
2009 – Os emplacamentos de veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos, implementos rodoviários e outros meios de transporte) permaneceram estáveis em 2009, com queda de 0,13% em relação a 2008. Foram emplacadas 4.843.030 unidades no ano passado, contra 4.849.497 unidades em 2008. No entanto, setores como automóveis e comerciais leves tiveram desempenho acima do esperado, totalizando alta de 12,66% no acumulado do ano, chegando ao crescimento de 51,12% na comparação de dezembro de 2009 com o mesmo mês do ano anterior.
Os segmentos de caminhões, ônibus e motos registraram queda: de 11,47%, 14,19% e 16,42%, respectivamente. “A resposta do governo brasileiro à crise financeira internacional foi rápida e eficiente. O Brasil estava preparado – econômica e politicamente estável. Tudo isto é muito importante para quem investe e quem quer se desenvolver, trabalhar e estudar e contribuiu para que as vendas de automóveis e comerciais leves se recuperassem”, afirmou Sergio Reze, presidente da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores.
Segundo o presidente da entidade, a redução do IPI e a oferta de crédito foram propulsores de vendas. “O foco dado pelo governo a setores como o automotivo, ocorreu em função de nossa visibilidade no mercado. O governo sabia que, se o setor automotivo se recuperasse logo, esta seria a prova de que o País sairia bem e logo da crise”, finalizou.