(16/08/2009) – No último trimestre de 2009 chega ao mercado o Agile, novo compacto da General Motors. A partir de uma arquitetura destinada a mercados emergentes, caso dos países do Mercosul, o Agile foi 100% desenvolvido pela engenharia, design e powertrain brasileiros em seu Centro de Desenvolvimento de Veículos no Brasil, em São Caetano do Sul, e no Campo de Provas da Cruz Alta, ambos no Estado de São Paulo.
O Agile – que será produzido na fabrica de Rosário, na Argentina – é o primeiro modelo da família Viva, uma linha completa de veículos destinados a mercados emergentes. Interiramente novo terá como diferencias, segundo a GM, o design, espaço interno, conforto, tecnologia e comodidade para os ocupantes. O Projeto Viva é fruto de um investimento de US$ 400 milhões, que compreende a fase de desenvolvimento e da produção dos modelos em fábricas da GM na Argentina e no Brasil.
No novo modelo foram aplicados processos mundiais de validação, iguais aos utilizados no desenvolvimento das arquiteturas globais. Foram executadas mais de 1.900 análises em todas as disciplinas de engenharia ao longo de mais de dois anos de trabalho, que envolveram as atividades virtuais na segurança veicular, ruídos e vibrações, aerodinâmica, estrutural e durabilidade, elétrica e eletrônica, dinâmica veicular, refrigeração e térmica, que serviram de parâmetro para os testes reais e/ou a evolução do produto. Já no tocante aos testes reais, responsáveis por garantir a validação, o Agile passou por uma rígida bateria de testes, garantindo um veículo seguro, confortável, confiável e com qualidade Chevrolet.
“Para a validação dos componentes, segurança veicular, durabilidade, carroceria, freios, acústica e vibração estamos rodando mais de 1 milhão de quilômetros de testes com o Chevrolet Agile, em 150 unidades entre veículos completos e parcialmente montados”, afirma o vice-presidente de engenharia de Produtos GM Mercosul, Pedro Manuchakian.
Na validação de componentes, 9 mil peças foram submetidas a 3 mil testes para validação, seguindo critérios globais. Na segurança, 20 veículos passaram por diversos testes de impacto, no laboratório do Campo de Provas da Cruz Alta. Nos testes de freios do Agile foi utilizada a nova pista de granito, conhecida como “Black Lake”, – uma das novidades do campo de provas que acaba de completar 35 anos e que recentemente recebeu investimento de US$ 100 milhões – aí incluída a expansão do Centro Tecnológico e o Centro de Design da GM do Brasil em São Caetano do Sul (SP).