São Paulo, 20 de maio de 2022

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15/01/2022

Anfavea prevê alta na produção de veículos em 2022


(16/01/2022) – Apesar da esperada continuidade de restrições na oferta por falta de componentes, a Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores  acredita que, mesmo assim, a produção de veículos em 2022 será 9,4% maior do que a observada em 2021.

O volume poderá atingir 2,46 milhões de unidades produzidas, diante das 2,24 mil unidades saídas das fábricas no ano passado – alta de 11,6% sobre 2020. Para a entidade, 2021 foi “um ano crítico”, embora no ranking global de produtores o Brasil tenha retomado a oitava colocação, perdida no ano anterior para a Espanha.

“Já houve, sem dúvida, uma ligeira melhora em 2021, mas ela ficou aquém do potencial de demanda interna e externa por autoveículos”, afirmou o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes. “A crise global de semicondutores provocou paralisações de fábricas ao longo do ano por falta de componentes eletrônicos, levando a uma perda que estimamos em 300 mil veículos”.

Para este ano, a Anfavea projeta vendas de 2,3 milhões de autoveículos, alta de 8,5% sobre 2021. As vendas no ano passado chegaram a 2,12 milhões de unidades, apenas 3% acima de 2020. Como ocorre tradicionalmente, o último mês do ano foi o de maior volume de vendas, com 207,1 mil unidades licenciadas.

Mesmo assim, foi o pior dezembro em cinco anos. De qualquer forma, o desempenho das vendas em 2021 manteve o Brasil na sétima colocação do ranking global, por poucas unidades atrás da França.

Para 2022, a expectativa é de exportação de 390 mil unidades, incremento de 3,6% sobre 2021. As 376,4 mil unidades exportadas em 2021 representaram crescimento de 16% sobre o ano anterior, mas, pela primeira vez, a Argentina representou menos da metade dos embarques nacionais (34% do total), volume compensado pelo crescimento da participação do Chile, Colômbia, Peru e Uruguai.

Quanto ao nível de empregos, a expectativa da Anfavea para 2022 é de estabilidade. O setor fechou o ano de 2021 com 101,1 mil empregados, apesar do fechamento de algumas fábricas no início do ano e das constantes paradas de produção em função da falta de componentes eletrônicos nas linhas de montagem.

 

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