São Paulo, 25 de maio de 2022

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18/12/2021

Pilz do Brasil deve crescer 38,5% em 2021


(19/12/2021) – A Pilz do Brasil – desenvolvedora de sistemas de automação e soluções de segurança para máquinas – declarou que tem a expectativa de fechar 2021 com crescimento de 38.5%.

Na avaliação de Paulo Fernandes, diretor-geral da multinacional alemã no Brasil, o ano foi bastante positivo: “Um dos melhores para a nossa empresa no Brasil, principalmente se compararmos com 2019, quando sofremos um ataque cibernético global, seguido do surgimento da Covid-19, em 2020”, avalia.

Para 2022, a Pilz espera crescer na casa de dois dígitos. “Acreditamos em um crescimento acelerado, mesmo sendo um ano de eleição presidencial, que sempre gera dúvidas nos investidores diante de uma nova governança política”, diz Fernandes.

Mesmo com este cenário, a empresa segue otimista para o próximo ano, pois entende que em anos eleitorais as políticas sociais tendem a ser intensificadas: “A previsão é de que sejam aplicados R$ 2 bilhões na economia. Injeção direta na indústria de bens de consumo, especialmente em segmentos como alimentício, farmacêutico, eletroeletrônico, cuidados pessoais e higiene, empresas com as quais a Pilz do Brasil soma diversos casos de sucesso, inclusive parcerias internacionais”.

Em relação ao PIB, o executivo da Pilz do Brasil prevê grandes oscilações. “Revisões recentes, na estimativa do PIB para 2022, apontam um crescimento muito baixo na casa de 1%, bem abaixo do esperado para esse ano, que deve ficar entre 4 e 4.5%. A Pilz do Brasil terá que se reinventar, buscando trazer tecnologias, implementando novos modelos, fortalecendo a equipe de colaboradores, aumentando o corpo técnico e lançando novos produtos. Tudo isso, visando garantir a entrega de soluções, de modo eficiente, aos nossos clientes”, argumenta.

Lançamentos – De acortdo com o executivo, em 2022, a Pilz do Brasil estará focada na digitalização e na transformação digital.

Entre os lançamentos para o próximo ano está o Myzel, plataforma na nuvem (baseada em serviços da Amazon AWS) que terá as primeiras aplicações em nuvem da empresa. “Numa primeira fase, serão incluídas as ferramentas de uso da empresa, sendo que as ferramentas de uso do cliente serão inseridas numa segunda fase. Feito isso, o cliente poderá entrar na nuvem e fazer a configuração de um produto da Pilz, por exemplo. É o que chamamos de SaaS, sigla para Software as a Service — ou Software como Serviço, em português”, explica o diretor.

Outras novidades são as tecnologias para OPC UA, plataforma de comunicação universal empregada pela maioria dos fabricantes da área de automação industrial, com o objetivo de integrar componentes, através de uma linguagem comum. Além disso, novas ferramentas serão integradas ao MyPNOZ, relé programável em nuvem.

 

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