São Paulo, 29 de maio de 2022

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30/10/2021

Energia e falta de insumos pressionam custo industrial


(31/10/2021) – À falta ou o alto custo dos insumos e das matérias-primas, que completaram cinco trimestres consecutivos no topo do ranking de principais problemas enfrentados pela indústria, veio somar-se entre julho e setembro deste ano o alto custo de energia como os grandes obstáculos para a retomada do setor fabril.

De acordo com a Sondagem Industrial, pesquisa periódica da CNI – Confederação Nacional da Indústria, 62,4% das indústrias ainda enfrentam problemas com insumos. Já o impacto do aumento do custo de energia foi apontado como vilão por quase um quarto dos respondentes, mais que o dobro das assinalações registradas entre o primeiro e o terceiro trimestres. Foram consultadas na pesquisa da CNI 1.954 empresas entre 1º e 15 de outubro.

O indicador de evolução do preço de matérias-primas registrou 73,2 pontos, resultado bem acima da linha divisória de 50 pontos (dados abaixo de 50 pontos indicam queda de preços e acima aumento de preços). Por estar bem longe da linha de corte, o índice revela aumentos significativos e bem acima da média histórica.

“A alta dos preços de uma série de insumos continua bastante severa e generalizada e ainda há situações de escassez, atraso ou mesmo falta de insumos. Tudo isso afeta a produção”, diz Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI. “Percebemos uma desorganização das cadeias de produção, com impacto negativo na situação financeira das empresas e no custo das indústrias, o que limita uma recuperação industrial que poderia ser melhor”.

No caso da energia, o economista explica que a questão energética também impacta diretamente a produção industrial e deve permanecer como ponto de atenção nos próximos meses.

Com problemas ainda no nível de estoques e dificuldades de acesso ao crédito, o otimismo dos empresários diminuiu em outubro. O índice de expectativa de demanda dos empresários industriais caiu de 59,7 pontos em setembro para 57,1 em outubro. É o segundo mês consecutivo de queda.

Segundo o estudo da CNI, com a redução ainda dos índices de expectativas de exportação, também houve redução na expectativa dos empresários de aumentar o número de trabalhadores nas fábricas.

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