São Paulo, 28 de janeiro de 2022

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10/07/2021

Falta de insumos provoca queda na produção de veículos


(11/07/2021) – “Estimamos que a falta de semicondutores tenha impedido que algo entre 100 mil e 120 mil veículos fossem produzidos no primeiro semestre”, afirmou Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, durante a apresentação do balanço do setor na última quarta-feira, 7 de junho.

A produção de automóveis e comerciais leves no primeiro semestre do ano ficou um pouco aquém do esperado. E uma das razões apontadas para a redução foi justamente a crise global de fornecimento de semicondutores, materiais usados em todos os componentes eletrônicos que equipam os veículos. Com isso, a entidade revisou as projeções para o ano de 2021.

A produção total (incluindo caminhões e ônibus), que era estimada em 2,52 milhões de unidades (alta de 25% sobre 2020), foi reduzida para 2,46 milhões (alta de 22% sobre o ano passado).

Por categoria, a alta na produção estimada para 2021 caiu de 25% para 21% no segmento de automóveis e comerciais leves, e subiu de 23% para 42% no caso de caminhões e ônibus.

Segundo a Anfavea, 1,15 milhão de autoveículos deixaram as linhas de montagem no primeiro semestre do ano, 57,5% a mais que os 729 mil do mesmo período do ano passado, quando todas as fábricas passaram por paradas de até dois meses.

Mas, numa comparação mais justa, com o primeiro semestre de 2019, antes da pandemia, houve retração de mais de 300 mil unidades, ou 22%.

Em junho, a produção de 166,9 mil unidades foi a pior dos últimos 12 meses, em função das várias paradas de fábricas de automóveis ao longo do mês. A baixa oferta acabou se refletindo nos resultados do mercado interno.

Nos seis primeiros meses de 2021, 1,07 milhão de unidades foram licenciadas no país, 32,8% a mais que no mesmo período de 2020. O número, porém, ficou 17,9% abaixo ao do primeiro semestre de 2019. As vendas de 182,4 mil autoveículos em junho também recuaram diante dos últimos dois meses.

A expectativa agora é de 2,32 milhões de licenciamentos (elevação de 13% sobre o ano anterior), ante os 2,36 milhões previstos em janeiro. Quanto às exportações, elas foram revisadas de 353 mil para 389 mil, alta de 20% sobre 2020, melhor que a elevação de 9% inicialmente projetada.

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