São Paulo, 29 de junho de 2026

Apoio:

Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio
Anúncio

05/09/2020

Produção de bens de capital cresce 15% no mês de julho


(06/09/2020) – A produção da indústria brasileira de bens de capital cresceu 15% em julho na comparação com junho, quase o dobro da média da indústria, que expandiu 8%. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada esta semana.

O setor apresentou expansão pelo terceiro mês consecutivo, tendo acumulado no período ganhos de 70,5%. Na comparação com julho de 2019, no entanto, o indicador recuou 15,4%. No acumulado de 12 meses, houve redução de 12,9% na produção de bens de capital.

A produção industrial como um todo também cresceu pelo terceiro mês seguido, mostrando que a indústria conseguiu atenuar as perdas provocadas pela pandemia do novo coronavírus. O crescimento, porém, ainda não foi suficiente para eliminar a perda de 27,0% acumulada em março e abril, e que levou o patamar de produção ao seu ponto mais baixo da série histórica.

Na comparação com julho de 2019, a indústria recuou 3% em julho de 2020, nono resultado negativo seguido nessa comparação. Com isso, o setor acumula perda de 9,6% no ano. Em 12 meses, a redução foi de 5,7%, marcando o recuo mais intenso desde dezembro de 2016 (-6,4%) e acelerando a perda frente aos meses anteriores.

O avanço de 8% da atividade industrial, de junho para julho de 2020, alcançou todas as grandes categorias econômicas. Além disso, houve altas em 25 dos 26 ramos pesquisados.

Dentre as atividades, o desempenho mais relevante em relação ao mês anterior foi verificado na produção de veículos automotores, reboques e carrocerias, que avançou 43,9% em julho de 2020. O setor acumulou expansão de 761,3% em três meses consecutivos de crescimento na produção, mas ainda assim se encontra 32,9% abaixo do patamar de fevereiro último.

Outras contribuições positivas relevantes vieram de metalurgia (18,7%), máquinas e equipamentos (14,2%), equipamentos de informática e produtos eletrônicos e ópticos (13,8%), produtos de metal (12,4%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (12,0%), produtos de minerais não-metálicos (10,4%) e produtos de borracha e material plástico (9,8%).

Usinagem Brasil © Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por:

Este site usa cookies para personalizar conteúdo e analisar o tráfego do site. Conheça a nossa Política de Privacidade.