
(03/05/2020) – A Volkwagen Argentina retomou na última quarta-feira, 29, as atividades de produção na unidade fabril da cidade de Córdoba, uma das oito do Grupo Volkswagen, no mundo, que produz peças de transmissão.
É a primeira fábrica do grupo na região a retomar suas operações produtivas. A unidade voltou a funcionar com autorização do Ministério da Indústria, Comércio e Mineração da província de Córdoba, debaixo de estritas condições de segurança.
Foi estabelecido um rigoroso protocolo de saúde e segurança alinhado com as recomendações do governo nacional e provincial, e que têm o aval do Smata, o sindicato nacional dos trabalhadores do setor.
Dentre as medidas, está o uso obrigatório de máscaras de proteção e de desinfetantes em vários pontos da planta industrial, e o estabelecimento da distância entre os trabalhadores de 1,5 m.
A empresa também se comprometeu a manter um diálogo constante com o governo, representantes dos trabalhadores e toda a cadeia de valor para adaptar as medidas necessárias, no caso de o Covid-19 continuar avançando na Argentina.
“Nós nos preparamos intensamente para esta retomada, pois a proteção e a saúde de nossos colaboradores são nossa prioridade”, declarou Thomas Owsianski, presidente e CEO do grupo na Argentina. “E estamos atentos ao que vai acontecer”.
A empresa estabeleceu um cronograma progressivo de produção. Na primeira semana, 3.573 caixas de transmissão e componentes serão produzidos; durante a segunda semana, 7.082, na terceira, 7.790, e na quarta 8.040 caixas e componentes.
Dessa forma, será possível cumprir as ordens de produção já solicitadas e os contratos internacionais assinados principalmente com o Brasil, Alemanha, Espanha, República Tcheca, Eslováquia, China, Índia, África do Sul, Estados Unidos e México.
As transmissões produzidas equipam os modelos Golf, Vento, T-Roc, Seat Ibiza, León e Toledo, Skoda Fabia e Octavia e Audi A1 e Q2, todos eles produzidos nos países constantes do portfólio.
A planta também continuará a desenvolver a caixa de transmissão MQ281, cuja produção começará em maio e vai ser 100% destinada para exportação à Europa. O projeto exigiu um investimento de US$ 150 milhões.