(27/10/2019) – A Romi encerrou o terceiro trimestre de 2019 com receita operacional líquida de R$ 246,5 milhões, volume 19,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Destaque para as unidades de negócio Máquinas Romi e Máquinas B+W. A primeira obteve alta de 15,7% na receita, já a B+W alcançou crescimento de 52,3%.
“O ano de 2019 tem demonstrado uma gradual recuperação da economia doméstica, com melhoria do otimismo e da confiança, que impactam positivamente no volume de negócios, principalmente no segmento de máquinas”, comentou Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente da Romi.
De acordo com Rosolen, no que se refere às vendas da linha Romi, a estratégia de priorizar o lançamento de novas gerações de produtos está sendo bem-sucedida. “As primeiras linhas já lançadas estão fazendo muito sucesso. Isso nos dá confiança de que estamos muito bem preparados para atender a demanda doméstica e a exportação”, disse.
Os bons resultados da Unidade de Máquinas B+W, subsidiária do grupo instalada na Alemanha, também são creditados aos lançamentos de novos produtos, além do desenvolvimento de soluções para atender novos segmentos e dos projetos focados em incremento da rentabilidade.
A Unidade de Negócio Fundidos e Usinados também mostrou recuperação. A entrada de pedidos no terceiro trimestre registrou crescimento de 103,3% em relação ao mesmo período de 2018, “reflexo do início da retomada da demanda por peças fundidas de grande porte”, informou a empresa no relatório que acompanha o balanço do trimestre, divulgado na semana passada.
O relatório também faz menção à liberação do depósito judicial referente ao êxito no processo judicial que discutiu a exclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e da Cofins, no valor de R$ 88,5 milhões.