
(03/02/2019) – A DMG MORI está bastante otimista com as perspectivas de 2019. Prova disso é o reforço das equipes comercial em São Paulo e Caxias do Sul, com três novas contratações, além dos investimentos já realizados nas áreas de service, engenharia e spare parts. “A empresa quer estar preparada para quando o mercado retomar e não ficar esperando isto acontecer”, diz Ricardo Molino, diretor de Vendas da DMG Mori do Brasil, para quem os negócios devem voltar gradualmente.
Embora o mercado ainda respondido com a realização de negócios no primeiro mês do ano, o potencial é alto. “E estou otimista porque nossos clientes estão demonstrando muito otimismo, muitos deles retomando projetos que estavam parados há um bom tempo”, observa. “Temos notado, inclusive, que os clientes estão deixando de recorrer à argumentação de alto índice de ociosidade”. Segundo o diretor, esta movimentação é mais visível nos segmentos automotivo, agronegócio e na área médica.
Um detalhe importante, revela Molino, é que clientes tradicionais da marca, que nos últimos anos compraram máquinas de concorrentes, estão retomando contatos. “Creio que, entre outros fatores, além dos comparativos, é porque estão vendo e reconhecendo o investimento muito forte que estamos fazendo em pós-venda – service, engenharia e spare parts – e também a capacidade das nossas máquinas na usinagem de peças-chave”.
A filial também tem realizados esforços visando maior aproximação com os clientes. “Periodicamente temos convidado nossos clientes a conhecer nossas fábricas, na Europa e no Japão, para terem uma visão mais prática e abrangente do que podemos ofertar”, informa Molino. “Acabamos de retornar do Open House na Alemanha, com um seleto grupo de clientes, os quais puderam verificar, in loco, nossas filosofias de máquinas-ferramenta desde a montagem até seu despacho ao usuário final. A próxima viagem será em maio para o Japão, quando visitaremos maior parque fabril do grupo, em Iga”.