
(25/11/2018) – Desde que iniciou a atuação direta no mercado brasileiro, no final de 2015, a Rego-Fix tem ampliado a sua oferta de produtos no País. O lançamento no mercado brasileiro do powRgrip, sistema de fixação de ferramentas por pressão, impulsionou o crescimento da marca suíça, que deve fechar o exercício atual com crescimento entre 30 e 40% sobre o obtido no ano passado.
“Estamos crescendo porque esta é uma nova tecnologia. O powRgrip é um sistema de fixação por pressão que, diferentemente dos sistemas térmicos e hidráulicos, reúne tensão e compressão, oferecendo maior torque e absorvendo mais vibração”, informa Daniel Jacob, gerente da filial brasileira.
Jacob explica que, ao oferecer maior torque, o sistema possibilita o aumento do rpm e do avanço, resultando em maior produtividade. “Isso significa que com a mesma máquina o sistema permite maior produtividade, além de oferecer melhor acabamento superficial. Ou seja, permite arrancar mais material com melhor qualidade”.
Outras novidades da Rego-Fix estão sendo apresentadas aos clientes brasileiros, como o sistema de refrigeração reCool, que possibilita a implementação de refrigeração interna mesmo em máquinas antigas; e o IntRlox, sistema de fixação de ferramentas para tornos suíços. “Também estamos entrando no segmento médico, com nossa linha de micropinças (ER), de 0,2 mm e altíssima precisão”, informa Jacob.
De acordo com o gerente, a empresa está preparada para crescer nos próximos anos. O estoque local foi ampliado e a rede de representantes já abrange todos os estados das regiões Sul e Sudeste. “Contamos também com coordenadores regionais para dar suporte aos nossos representantes e estamos iniciando o trabalho de expansão para a América do Sul, a partir da filial brasileira”.
Para 2019, o gerente espera crescimento similar ao obtido este ano, independente do resultado da eleição ou da nova política econômica. Isto porque o mercado nacional é carente de novas tecnologias. “O powRgrip, por exemplo, oferece maior segurança à operação e permite aumentar a produtividade sem a aquisição de novas máquinas. Porém, se as indústrias retomarem os investimentos em novas máquinas e equipamentos, devemos crescer ainda mais”.