(29/07/2018) – A Romi fechou o segundo trimestre de 2018 com alta na entrada de pedidos. O volume atingiu R$ 193 milhões, 15,4% superior ao obtido no mesmo período do ano anterior, conforme o balanço divulgado na semana passada.
A receita operacional líquida da Unidade de Negócios Máquinas atingiu R$ 77,9 milhões no 2º trimestre de 2018, 19,5% acima do mesmo período de 2017, refletindo o crescimento na entrada de novos pedidos no 2T18. De acordo com o relatório do balanço, “Esse incremento no volume de pedidos e, consequentemente, da receita operacional líquida, demonstram que está havendo uma recuperação da indústria, mesmo que de maneira lenta e gradual, além da continuidade na consolidação da marca Romi no mercado externo”.
O faturamento da subsidiária alemã B+W no período apresentou volume similar ao observado 1º trimestre de 2018 e 13,6% inferior ao 2º trimestre de 2017, devido as entregas das máquinas, em 2018, estarem ainda mais concentradas ao longo do segundo semestre desse ano.
Já a receita operacional líquida da Unidade de Negócios Fundidos e Usinados foi de R$ 50,5 milhões no segundo trimestre, o que representa redução de 21,3% em relação ao mesmo período de 2017. Segundo a Romi, esse resultado se deve, em grande parte, à redução no volume de pedidos de peças fundidas e usinadas de grande porte. “Por outro lado, parte dessa redução está sendo compensada pela melhoria no volume da demanda gerada em 2018 pelos setores automotivo comercial e de máquinas para movimentação de terra”, informa a empresa.
“Em 2018 pode-se notar uma aceleração na quantidade de oportunidades e negócios gerados”, observou Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente da Romi. “Contudo, ainda estamos vivenciando um ambiente de grandes incertezas e volatilidade, portanto, continuamos focados em deixar nossa estrutura ainda mais leve, ágil e flexível para responder rapidamente as oscilações de demanda.”