
(11/02/2018) – A Korloy do Brasil está sendo bem-sucedida em seu projeto de ampliação da sua participação no mercado de usinagem de ferros fundidos. Desde o lançamento da classe NC6315 no País, a empresa intensificou seu programa de treinamento de sua equipe técnica, de seus distribuidores e de seus clientes, para divulgar as vantagens da nova classe para torneamento de ferros fundidos.
O projeto contou com um reforço na semana passada, quando a filial brasileira recebeu a visita de Seong-Woo Cho, gerente de Torneamento da Korloy na Coreia do Sul. O especialista visitou clientes brasileiros, acompanhou testes de produtos e colheu informações sobre a utilização da classe NC6315 nas empresas locais para a usinagem de ferro fundido.
“Essas informações serão utilizadas em nossos seminários técnicos, de aplicação e compartilhadas com a nossa matriz na Coreia do Sul”, informa Rodney de Almeida, gerente Nacional de Vendas da Korloy do Brasil. "Atualmente, o Brasil é um dos principais mercados mundiais na usinagem de ferros fundidos e esse também é um dos motivos para a Korloy do Brasil buscar maior participação nesse segmento no País”, acrescenta.
De acordo com o gerente, o ferro fundido é um material que oferece algumas dificuldades para ser usinado, dificuldades que a nova classe NC6315 – que conta com substrato de ultima geração, aliado aos novos quebra-cavacos – consegue superar.
São dois novos quebra-cavacos. O RK, para usinagem de desbaste, que oferece excelente resistência a quebras, mesmo quando exigido em operações com severas forças de corte; e o MK, para usinagem média, que reduz as forças de corte, e oferece maior resistência ao desgaste em altas velocidades de corte. A estas características acrescenta-se ainda a nova cobertura CVD, que proporciona maior resistência ao calor.
“Nos testes realizados em nossos clientes, pudemos constatar que a nova classe NC6315 é realmente muito superior, permitindo aumento significativo nos parâmetros de usinagem, com reflexos significativos no aumento da produtividade”, afirma o gerente.
O gerente lembra que um detalhe que sempre deve ser observado é que o ferro fundido utilizado no Brasil apresenta variadas faixas de dureza, impurezas e diferentes composições. “As normas brasileiras permitem uma faixa muito ampla de materiais e de dureza. Muitas vezes o percentual de sucata utilizado torna a matéria-prima inadequada para a usinagem”, comenta Almeida.