São Paulo, 24 de junho de 2026

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09/09/2017

Quimatic renova seu produto mais tradicional, o Quimatic 1

(10/09/2017) – A Quimatic Tapmatic renovou o seu mais tradicional produto, o fluido de corte Quimatic 1. A nova embalagem, que será lançada esta semana, ganhou um bico aplicador com o dobro de capacidade (que permite maior controle da quantidade necessária à aplicação) e mais longo, de maior segurança para os operadores. A formulação – Dual Action – foi mantida.

De acordo com Walter Strebinger, diretor da Quimatic Tapmatic, as mudanças são resultado de uma pesquisa realizada junto aos usuários do produto. “O novo bico aplicador gera menor consumo e maior precisão na aplicação do fluido. Por contar com um armazenador primário em sua base, permite ao usuário controlar a quantidade do produto necessária na operação de corte”.

Já o alongamento do bico favorece a utilização da lata diretamente no processo, possibilitando alcançar pontos de difícil lubrificação, em especial em peças de ferramentaria. “Outra vantagem é que o bico mais longo amplia a segurança do operador, aumentando a distância entre a mão do aplicador e o ponto de corte”, explica Strebinger, acrescentando que o produto ganhou também “uma nova tampa rosqueável na extremidade do bico, para evitar a perda de produto por vazamento ou evaporação”.

História – O Quimatic 1 foi lançado no Brasil em 1981, mesmo ano de fundação da empresa. A princípio produzido a partir de um acordo tecnológico com a Tapmatic, dos EUA, de quem importava o concentrado. Posteriormente, quando a empresa norte-americana decidiu concentrar suas operações em outras atividades, o Quimatic 1 passou a ser produzido exclusivamente no Brasil.

Tendo como principal concorrente a gordura animal, então utilizada como lubrificante nas operações de usinagem, e proporcionando a melhoria da qualidade das roscas, o Quimatic 1 logo conquistou os usuários. Ainda hoje, segundo Strebinger, o produto é o líder de mercado nas operações em máquinas convencionais, com market share que supera a marca dos 70%. “Nosso fluido de corte também é utilizado em máquinas CNC, especialmente no último passe, quando se necessita atingir um melhor acabamento, excelente rugosidade ou quando é preciso reduzir o atrito”, informa o diretor.

Lançado para atender as operações de rosqueamento, ao longo do tempo o produto ganhou versões para torneamento, fresamento, furação e alargamento. Todas essas versões, aliás, ganharão em breve as novidades agora adicionadas à lata do Quimatic 1.

Portfólio – O diretor informa que a linha de fluidos de corte ainda é um importante item no portfólio da Quimatic, inclusive com clientes no Chile, Argentina e Paraguai, respondendo por cerca de 25% das vendas. Mas o portfólio há vários anos também conta com fluidos de corte para aplicação em máquinas CNC, composto de fluidos integrais de base mineral, a base de água com solventes orgânicos, óleos solúveis sintéticos e semissintéticos e óleos de base vegetal.

A Quimatic também desenvolveu um sistema de nebulizadores, para a utilização com fluidos de corte por névoa e MQL (mínima quantidade de lubrificante), que garante economia de até 50% de lubrificante usado em qualquer tipo de usinagem e que não gera resíduo.

A diversificação também levou ao desenvolvimento da linha Plasteel que, a cada ano, vem ampliando sua participação no faturamento. Trata-se de uma linha composta de resinas para recuperação de desgastes e reparos gerais, resinas para proteção contra abrasão, corrosão e ataque químico, além de borrachas reparadoras a frio.

O portfólio é complementado com variada linha de produtos que abrange os protetivos, desengraxantes, bandagens industriais para reparo em tubulações com vazamentos, limpadores de alumínio e produtos para tratamento de superfícies.

Com fábrica e centro de pesquisa e desenvolvimento instalados em Barueri (SP) e sede no centro da capital, a Quimatic Tapmatic conta hoje com mais de 60 funcionários, 20 técnicos de campo e uma das maiores de redes de distribuição e revendas do País, formada por 90 distribuidores e 2.100 revendedores ativos espalhados pelo Brasil.

“Nos últimos dois anos nosso faturamento se manteve estável. Para 2017, nossa expectativa é fechar o exercício com crescimento de 3% a 5%”, afirma Strebinger.

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