(01/08/2017) – A Romi fechou o segundo trimestre com alta de 9,1%, na comparação com o mesmo período de 2016, de acordo com o balanço divulgado na semana passada. A receita operacional líquida de totalizou R$ 163,8 milhões. Segundo a empresa, a Unidade de Fundidos e Usinados, que tem apresentando crescimento constante desde o início de 2016, é a principal responsável pelo incremento.
No período, a receita operacional líquida da Unidade Fundidos e Usinados foi de R$ 64,3 milhões, 23% maior que o registrado no segundo trimestre de 2016, resultado influenciado pelo aumento da demanda para os segmentos automotivo comercial e agrícola.
A receita da Unidade Máquinas Romi atingiu R$ 65,1 milhões no segundo trimestre, resultado praticamente estável em relação ao mesmo período do ano passado. Este fato, de acordo com a Romi, “demonstra que o cenário doméstico ainda apresenta baixo nível de investimentos”. Já as receitas do mercado externo – no primeiro semestre de 2017 – “continuam demonstrando solidez e apresentaram crescimento de cerca de 4% em dólares, quando comparado com o mesmo período de 2016”.
O faturamento da subsidiária alemã B+W apresentou no segundo trimestre, quando comparado com o mesmo período do ano anterior, aumento de 2,5% em reais. Em euros, porém, o incremento foi de 9,5%, “demonstrando que o faturamento tem refletido a sólida carteira de pedidos para o exercício de 2017”, destaca a Romi.
“De maneira geral, o mercado doméstico tem mostrado uma melhora muito tímida, sinalizando um segundo semestre ainda bastante desafiador, especialmente para a unidade de Máquinas Romi. Ações voltadas para geração de caixa e em medidas para permitir uma resposta rápida às volatilidades da demanda de mercado continuarão sendo o foco da Romi, afirmou Luiz Cassiano Rosolen, diretor-presidente da Romi. “Mesmo em um cenário de fraca atividade econômica, os esforços realizados pela Companhia nas diversas otimizações, principalmente das estruturas indiretas, puderam ser percebidos no resultado positivo do primeiro semestre de 2017, onde as margens operacionais continuam evoluindo e a dívida líquida sendo reduzida”.