São Paulo, 25 de junho de 2026

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12/11/2016

OSG espera crescimento de dois dígitos em 2017


(13/11/2016) – “Nossa expectativa para 2017 é de retomada do mercado, mesmo que pequena. E estamos planejando crescimento de pelo menos dois dígitos no próximo ano”, disse Toshi Yoshizaki, diretor-presidente da OSG Sulamericana. Na avaliação do executivo, o País atingiu seu pior cenário econômico este ano. Assim, “esperamos a recuperação da economia brasileira em 2017”.

Para Yoshizaki, o crescimento esperado para o próximo ano será, em grande parte, resultado das ações e investimentos implementados ao longo de 2016. “Realizamos um investimento importante em pessoas, em treinamentos. Nossa equipe de vendas está muito mais forte e profissional”, disse. Destaca ainda a criação de equipes específicas para atendimento dos clientes dos segmentos Aeroespacial, Automotivo, Energia e Laminadores (pentes e rolos), “que são segmentos foco de trabalho para nós”.

Entre as ações estratégicas na área de vendas lembra também que a OSG alterou a forma de trabalho junto aos clientes-chave e buscou fortalecer o posicionamento da empresa como fornecedor de soluções completas. Nesse sentido, vale destacar o investimento previsto já para o início do próximo ano em um novo forno, que vai dobrar a capacidade de prestações de serviços de revestimento PVD, segmento em que a OSG passou a atuar há dois anos no Brasil.

A área de exportação também foi mencionada por Yoshizaki. Hoje, a OSG Sulamericana exporta para vários países, principalmente para os EUA, Canadá, Bélgica e Japão. “Nosso mix de vendas, de exportação e vendas domésticas, sempre nos proporcionou crescimento estável e uma situação financeira saudável. Porém, existe a questão da variação cambial que em 2016 foi muito grande, prejudicando todos os planejamentos. Mas mesmo assim o resultado será positivo”, explica.

Sobre 2016, Yoshizaki comenta que, a exemplo de todas as empresas as empresas do segmento de ferramentas de corte, “está sendo um ano de muito trabalho, porém com resultados muito abaixo do esperado. Mesmo assim, teremos um crescimento comparado a 2015”.

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