São Paulo, 25 de junho de 2026

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30/10/2016

Hanna dobra a exportação de ferramentas de PCD


(30/10/2016) – Empresa nacional, fabricante de ferramentas de acabamento de precisão, em especial as ferramentas com lâminas de PCD, como alargadores, brocas e fresas, a Hanna Tools deve fechar o atual exercício com faturamento em alta. O bom desempenho se deve em grande parte ao aumento das exportações, que dobraram este ano, na comparação com o ano passado.

“Nós devemos ter aumento de vendas de cerca de 5% em 2016”, diz Lucas Hanna, assistente da diretoria. “Resultado que consideramos bom, dada a conjuntura de mercado atual”.

“Nossas exportações dobraram este ano e esperamos dobrar novamente em 2017”, acrescenta Eduardo Hanna, diretor da empresa. “Nossa meta é elevar a participação das exportações no faturamento para 50% em três anos”. Hoje, as vendas externas já respondem por 20% do total dos negócios da empresa de Limeira (SP).

Com representantes comerciais em alguns países, a Hanna já exportava, mas em pequenos volumes. Porém, a exportação ganhou forte impulso a partir do acordo de cooperação global assinado com a multinacional Sandvik Coromant em meados de 2015. Pelo acordo, a companhia sueca irá comercializar as ferramentas especiais da empresa brasileira em todo o mundo.

Efetivamente, as vendas tiveram início no primeiro trimestre de 2016 e já deram uma boa mostra de sua potencialidade. “Afinal, a Sandvik Coromant está presente em 130 países”, observa o diretor. Este ano, a Hanna exportou seus produtos para clientes nos Estados Unidos, França, Itália, Portugal, México, China e Índia.

Com a perspectiva de aumento do volume de negócios para o mercado externo, a empresa tem investido em sua estrutura. Internamente, adquiriu equipamentos de medição e controle da qualidade, além de máquinas para afiação de ferramentas 100% automatizadas. Externamente, a empresa está investindo na criação de centros de serviços em parceria com a Sandvik (EUA, Alemanha e China) e diretamente (Portugal e México).  Aliás, no primeiro trimestre de 2017 entra em operação uma filial no México, com estoque local, e que até o final do próximo ano já deve contar com máquinas para a realização de pequenos reparos em ferramentas.

Já para o mercado interno, a Hanna não prevê crescimento para o próximo ano. A expectativa é de manutenção do nível observado em 2016. “Ou sendo bastante otimista um crescimento de 5 a 10%”, conclui Eduardo Hanna.

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