São Paulo, 08 de julho de 2026

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12/03/2016

Klabin inicia operação da fábrica de R$ 8,5 bi no PR


(13/03/2016) – A Klabin produziu no último dia 4 de março o primeiro fardo de celulose em sua nova fábrica no Paraná – o Projeto Puma, que exigiu R$ 8,5 bilhões de investimentos. Um dos destaques da nova unidade é a menor dependência de bens de capital importados: do total investido na área industrial 46% foram em equipamentos e materiais nacionais; 14% em equipamentos importados; 14% em engenharia e outros serviços; e 27% em construção civil e montagem.

“O começo das operações da Unidade Puma é mais um grande marco do ciclo de 10 anos de crescimento, iniciado em 2011, que temos planejado para a companhia”, disse o diretor-geral da Klabin, Fabio Schvartsman, frisando que se trata do maior investimento da companhia em seus quase 117 anos de história.

“Foi um grande desafio transformar em realidade um projeto de tamanha complexidade. Executamos as obras com eficiência, segurança e agilidade, ao mesmo tempo em que investimos em treinamentos e capacitações para a população local, obras de infraestrutura e ações sociais, contribuindo para o desenvolvimento da região”, ressaltou o diretor de Projetos e Tecnologia Industrial, Francisco Razzolini.



As obras da nova unidade foram executadas em 24 meses, dentro do orçamento previsto. O investimento total no projeto foi de R$ 8,5 bilhões, incluindo infraestrutura, impostos e correções contratuais. A unidade Puma deve gerar cerca de 1,4 mil empregos diretos e indiretos, considerando as atividades industriais e florestais. Sua capacidade de produção será de 1,5 milhão de toneladas de celulose – 1,1 milhão de t de celulose branqueada de fibra curta (eucalipto) e 400 mil t de celulose branqueada de fibra longa (pínus), parte convertida em celulose fluff, sendo a única unidade industrial do mundo projetada para a produção das três fibras. Mais de 90% da produção total de celulose da nova fábrica já está vendida.

A nova fábrica também terá duas das maiores turbinas para geração de energia elétrica já fabricadas no mundo para a indústria de papel e celulose. A Unidade terá capacidade de produzir 270 MW, sendo 150 MW excedentes (o suficiente para abastecer uma cidade de 500 mil habitantes), elevando a Klabin à condição de autossuficiência em geração de energia elétrica. O raio médio entre a operação florestal e a nova fábrica é de 72 km, o que garante a competitividade e o baixo custo do transporte de madeira.

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