São Paulo, 26 de junho de 2026

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31/10/2015

DMG Mori fecha outubro com bom volume de negócios

(01/11/2015) – A DMG Mori do Brasil está surpresa com o volume de vendas registrado no mês de outubro. “É como se estivéssemos num ano normal”, comenta o diretor de Vendas Ricardo Molino. “Como se fosse um mês de dois ou três anos atrás”.

O diretor só não está mais satisfeito porque ainda não conseguiu identificar o fator e/ou padrão por trás dessas vendas. Molino conta que foram realizados negócios tanto para pequenas quanto para grandes empresas e de vários segmentos, desde automotivo e aeroespacial, passando pelo moveleiro e até para um fabricante de artefatos de moda.

Maio de 2015 já havia sido um ponto fora da curva, lembra o diretor. Porém, naquela ocasião, era fácil encontrar explicações. Foi o mês da Feimafe, na qual DMG e Mori Seiki participaram juntos, com um estande grande, e com a fusão já consolidada.  “Não só fechamos vários contratos na feira – ainda que abaixo de outras feiras do passado, mas num bom volume – como mantivemos os pedidos no pós-feira”.

Para os negócios fechados em outubro, porém, até o momento não há explicações. Molino faz algumas considerações: considera que hoje a preocupação com produtividade está ainda maior e as empresas estão buscando tecnologia. Além disso, a equipe de vendas tem buscado novos segmentos, com forte apoio da área de engenharia. “Nossa engenharia, na qual investimos bastante nos últimos anos, contratando pessoal experiente, tem sido de grande importância na maioria desses novos negócios”, acrescenta.

Em sua opinião, o mercado brasileiro de máquinas está represado. Existe um potencial muito grande de negócios, porém não é possível saber quando ou que fatores farão abrir as comportas.  Molino lembra que muitos clientes têm procurado a empresa com projetos, pedidos de elaboração de estudos. Porém, os contratos finai8s ainda não estão sendo efetivados.

Por outro lado, conta que a DMG Mori tem aproveitado esse período de baixa no mercado para ampliar o foco no mercado das Américas do Sul e Central. “É um trabalho que demos início em 2008. Montamos estrutura em vários países, como Chile, Peru, Argentina e Colômbia, e estamos colhendo alguns frutos. Nesses países nossas vendas estão acima das metas”, conclui.

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