São Paulo, 23 de Janeiro de 2021

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    Tupy tem o maior lucro operacional de sua história

    (01/11/2020) - Bastante afetada pelos efeitos da pandemia principalmente nos meses de abril e maio, a Tupy alcançou no terceiro trimestre deste ano o maior lucro operacional, lucro líquido e Ebitda de sua história, graças a uma série de medidas administrativas e operacionais adotadas ao longo do ano.

    As receitas somaram R$ 1.250,3 milhões, com recuperação gradual desde o mês de junho e crescimento de 93,9% em relação ao segundo trimestre, enquanto o lucro líquido atingiu R$ 128,0 milhões, crescimento de nada menos do que 92,6% diante do mesmo período do ano passado.

    Já o Ebitda alcançou R$ 248,8 milhões, com margem de 19,9%. O Ebitda Ajustado no período foi de R$ 257,5 milhões com margem de 20,6%, resultado decorrente principalmente de ganhos de eficiência estruturais.

    Para melhor enfrentar a crise, a Tupy promoveu alterações importantes no processo produtivo no Brasil e no México, como a realocação de produtos e ferramentais entre as linhas, redesenho dos fluxos, avaliação diária do mix de materiais utilizados e desligamento de equipamentos menos eficientes, além da revisão de contratos com fornecedores de produtos e serviços.

    Essas ações, somadas às iniciativas que já vinham sendo implementadas, bem como ao melhor mix de produtos e à desvalorização cambial, compensaram também os rigorosos protocolo de segurança adotados pela companhia com relação ao coronavírus, que incluíram, por exemplo, a decisão de manter em casa cerca de 600 pessoas identificadas como grupos de risco, bem como mães com filhos de até 10 anos.

    A Tupy também tem observado a recuperação gradativa dos volumes físicos de venda, que no terceiro trimestre apresentaram queda de 26% na comparação anual, porém 79% superiores ao trimestre anterior. Em setembro, em comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda foi de 16%, sendo que a receita líquida do mês foi levemente superior à de 2019.

    Para a empresa, o retorno gradual dos volumes e a consequente diluição de custos fixos, bem como a perspectiva do aumento da participação de produtos usinados e com ligas especiais, acabarão por contribuir bastante para o crescimento das margens ao longo do tempo.