São Paulo, 04 de Dezembro de 2020

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    Açotubo investe em máquina para corte de barras de inox

    (25/10/2020) - O Grupo Açotubo, distribuidor de produtos siderúrgicos, adquiriu uma nova serra de fita - Cosen C4 dupla fita - para o corte de barras de aço inox. De acordo com a empresa, a máquina expande as possibilidades de dimensões de corte, ampliando o seu portfólio de atendimento.

    O equipamento é ideal para o corte de barras em diferentes medidas, destinadas à produção de peças seriadas. Segundo a empresa, o novo equipamento irá abrir oportunidades de atendimento, por exemplo, nos mercados de fixadores e válvulas. Outros benefícios estão na redução do tempo de corte, que passa a ser de 50 a 70% menor, redução no prazo de entrega, além do controle do material e conferência do peso e tamanho da peça.

    AÇO INOX - O Grupo Açotubo fornece matéria-prima para diversas aplicações e mercados, incluindo o farmacêutico e o alimentício. Os fixadores de aço inox, por exemplo, podem ser utilizados em restaurantes, hospitais, cozinhas industriais, indústrias e também são bastante indicados para uso em tubulações de condução. Já as válvulas de aço inox são utilizadas mais comumente na indústria química.

    “O aço inox vem se tornando cada vez mais utilizado. Além de ser um material durável e econômico, oferece mais higiene e não causa contaminação nos alimentos”, afirma Bruno Bassi, diretor executivo da Açotubo. De elevada resistência mecânica, durabilidade e rigidez, o aço inox é resistente à corrosão, contaminação, tratamentos térmicos e químicos. Além da linha de aço inox, o Grupo Açotubo dispõe de produtos de aço carbono, sistemas de ancoragem, contando ainda com estrutura técnica que atua no desenvolvimento de peças, projetos e soluções para qualquer segmento.

    Em relação ao mercado e à atual crise de abastecimento de matérias-primas, a solução encontrada pela Açotubo foi consumir os estoques de maneira conservadora. “Como todo mundo fez, também reduzimos o volume de estoque, mas deixamos um colchão para o momento de retomada das usinas”, diz Bassi. “Não fomos financistas. Fomos mais conservadores nesse ponto. A capacidade das usinas está menor e agora o abastecimento é um pouco mais lento, mas nada que esteja impactando o nosso negócio”. O diretor garante que a empresa não deixou de entregar produtos para os clientes, embora esteja trabalhando com um estoque mais apertado.