São Paulo, 23 de Setembro de 2019

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    Tupy alcança a maior receita de sua história


    (18/08/2019) - A Fundição Tupy tem batido vários recordes nos últimos trimestres. O mais recente balanço, divulgado na semana passada, referente ao segundo trimestre de 2019, revelou novos números recordes no que se refere à receita operacional líquida e EBITDA ajustado. A receita atingiu R$ 1.404,6 milhões, alta de 15,3% em relação ao mesmo período de 2018, em grande parte decorrente do aumento da participação de produtos com maior valor agregado.

    De acordo com a empresa, é crescente a participação de produtos de maior valor agregado em seus resultados. É o caso da produção de componentes em ligas especiais, como o CGI (Compacted Graphite Iron), que representou 21% da sua produção, contra 14% no segundo trimestre de 2018, assim como dos produtos usinados, que atingiram 25% do volume produzido, contra 21% no mesmo período do ano anterior.


    No mercado interno, o faturamento cresceu 26,8%, decorrente do crescimento da receita nas aplicações para veículos comerciais e no segmento de hidráulica, as quais apresentaram aumentos de 50,8% e 14,8%, respectivamente. Já no mercado externo, o aumento foi de expansão de 13%, proveniente do incremento da receita em todos os segmentos de transporte, infraestrutura e agricultura, com destaque para os segmentos de veículos leves e comerciais. O mercado externo responde por 82% do faturamento - a Tupy exporta hoje para mais de 40 países, mas a América do Norte responde por 64% do volume total dos negócios.

    A companhia também cita o aumento de 13% no EBITDA Ajustado, que foi de R$204,4 milhões, em comparação com o mesmo período do ano anterior, com margem sobre a receita líquida de 14,6%. Houve crescimento também no lucro líquido, que foi de R$59,5 milhões, 23,1% superior ao segundo trimestre de 2018, com margem líquida de 4,2%, decorrente da melhoria dos resultados operacionais e financeiros.

    Crescendo por Aquisições - “A gente vê crescimento pela frente. Vamos continuar crescendo por aquisições. Hoje existem bons ativos e fábricas pelo mundo e entendemos que é melhor crescer por aquisição. É mais barato do que construir novas fábricas”, afirmou o presidente da Tupy, Fernando Rizzo, no final de julho, em reunião na Fiesc - Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc).


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