São Paulo, 25 de Março de 2019

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    Gerdau atinge 25% de crescimento da receita em 2018

    (24/02/2019) - A Gerdau fechou o ano de 2018 com R$ 46,2 bilhões de receita líquida, 25% a mais sobre o ano anterior, impulsionada pelo maior volume de vendas no mercado interno brasileiro, melhora da rentabilidade das exportações e efeito positivo do câmbio na conversão das receitas geradas no exterior para real.

    As vendas físicas de aço totalizaram 14,6 milhões de toneladas no ano, 3% abaixo do ano anterior, devido à venda de algumas unidades produtoras de vergalhões e fio-máquina nos Estados Unidos, assim como das operações no Chile e na Índia. Os desinvestimentos da Gerdau também influenciaram o volume de produção no período, que somou 15,3 milhões de toneladas, 5% menos que no exercício anterior.

    “Encerramos o ano de 2018 com a conclusão bem-sucedida do plano de desinvestimentos da Gerdau - alcançando mais de R$ 7 bilhões nos últimos quatro anos -, reduzimos de forma expressiva nosso endividamento, para 1,7x o EBITDA, e geramos o maior volume de fluxo de caixa livre dos últimos anos, de R$ 2,6 bilhões”, comentou o diretor-presidente, Gustavo Werneck.

    “Alcançamos o melhor resultado da Gerdau dos últimos dez anos (...) e vemos perspectivas otimistas para nossos principais mercados de atuação, que poderão gerar resultados consistentes em 2019. Frente a isso, vamos investir R$ 7,1 bilhões nos próximos três anos, valor que poderá ser ajustado de acordo com a evolução de mercado”.

    O quarto trimestre de 2018, mesmo com a redução dos preços internacionais do aço, foi o melhor dos últimos dez anos na comparação com os mesmos períodos de anos anteriores. A receita líquida de vendas evoluiu 11%, chegando a R$ 10,9 bilhões, ao passo que o EBITDA alcançou R$ 1,4 bilhão, 19% superior frente ao quarto trimestre de 2017. Nos últimos três meses de 2018, o lucro líquido ajustado foi de R$ 312 milhões, uma evolução de 19% em relação ao quarto trimestre de 2017.

    Os principais destaques de investimentos de expansão são o aumento da capacidade instalada de laminados de 530 mil toneladas em diversas usinas na América do Norte (R$ 456 milhões), a ampliação da capacidade de produção de aços especiais em Pindamonhangaba (SP) e Monroe (EUA) no total de R$ 798 milhões e o incremento da produção de bobinas a quente em Ouro Branco (MG) em 230 mil toneladas (R$ 380 milhões). Também serão realizados investimentos na área de mineração, buscando as melhores tecnologias existentes no mundo em meio ambiente e segurança operacional.


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